22 de out. de 2008

AUSÊNCIA

E mesmo longe, a todo o momento tu me deixas extasiada e minha convicção diz não ser encantamento, apenas vidas separadas. Um emaranhado de emoções sem controle, sentimento que dentro de mim perdi Mesmo nunca ao alcance, sempre distante! Chego a crer que enlouqueci... Louca, procuro e não acho teu encontro. Único pensamento, sonho e me exploro bloqueada. Força superior sem restrições, me deixas do avesso, desconheço e no turbilhão de impulsos, te busco nas madrugadas Ânsia que constrange e anima, me consome de formas desmedidas, mel de amargo fel me domina. Me escondo, me confundo e a vasculhar tua presença, voz e fascinante sorriso, Meu gesto impensado me corrompe e recrimina Teu eu ausente me embriaga, teu mero toque me enfeitiça de mistério e fantasia e da minha imaginação fértil constante, apenas pequeno instante satisfaz meu bem querer. E nesse tumulto que provoca transe, me encharcando de ansiedade, faz liberar a esperança me acorrentando com a verdade: - jamais terei o prazer de desfrutar da tua metade.

Um comentário:

Anônimo disse...

Oi, Liy
Fiquei sabendo de você através da sua prima Dinéia, amiga minha muito querida.
Li várias de suas poesias e as achei muito lindas!
No mundo em que vivemos hoje, tão conturbado, é necessário que haja pessoas sensíveis como você, para nos lembrar como podemos ser menos materialistas e mais providos de sentimento e emoção. Continue, portanto, a nos alimentar com sua arte.
Beijos
Claudette B.M. Andreassa - Prof. de Música